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Copa no Brasil baterá todos os recordes financeiros da história do futebol
  • Copa no Brasil baterá todos os recordes financeiros da história do futebol

  • Postado em 26, maio 2014 por: Anderson Ferreira

A presidente Dilma Rousseff tinha razão, quando disse que o Brasil sediará a “Copa das Copas”. Dados oficiais da Fifa apontam que, pelo menos do lado financeiro e de marketing, o Mundial, que começa em poucas semanas, baterá todos os recordes da história do futebol.

A Copa do Mundo no Brasil será a mais cara de todos os tempos, a mais lucrativa, a que distribuirá maiores prêmios, a que será vista por um número inédito de pessoas, a que mais teve ingressos pedidos e a que terá em campo os craques mais caros da história do futebol.

A renda da Fifa ultrapassará a marca de US$ 4 bilhões, mais de US$ 800 milhões acima do que a entidade obteve na África do Sul em 2010. Mas a entidade insiste que nunca gastou tanto com um evento quanto a Copa no Brasil. No total, o investimento da Fifa teria chegado perto de US$ 2 bilhões.

Para ter o direito de transmitir a Copa, redes de televisão pagaram um valor recorde para a Fifa: cerca de US$ 1,7 bilhão. A expectativa é de que a audiência seja recorde. Na final da Copa em 2010, 530 milhões de pessoas assistiram a Espanha levantar o troféu. Desta vez, os números devem bater essa marca. No Brasil, mais de 14 mil jornalistas foram credenciados para o evento, outro recorde.

Os estádios também bateram recordes, com gastos feitos no Brasil de mais de R$ 8,5 bilhões para as doze arenas, três vezes o que a CBF havia indicado para a Fifa em 2007. O valor é ainda o equivalente a tudo o que a Alemanha e a África do Sul gastaram em duas Copas do Mundo, juntas.

Outro recorde é o número de pedidos de ingressos. No total, mais de 11 milhões de pessoas enviaram seus pedidos para os três milhões de ingressos disponíveis. Só para a final no Maracanã, a Fifa poderia ter preenchido cinco estádios com os pedidos que recebeu.

 

Atletas

A Fifa garante que as seleções também ganham com a Copa. O prêmio ao vencedor de US$ 35 milhões é o maior já pago pela entidade. Outros US$ 323 milhões serão distribuídos para as outras 31 seleções.

Diante dessa realidade financeira inédita, algumas seleções já anunciaram que os prêmios que darão aos 23 jogadores baterão recordes. A França, por exemplo, indicou que cada atleta sairá do Brasil com 330 mil euros se ganhar a Copa, 10% a mais do que foi prometido na África do Sul em 2010.

Já a seleção dos EUA indicou a seus jogadores que, apenas por participar do torneio, cada um deles levará uma bolada de US$ 75 mil. Antes mesmo da bola rolar, a Fifa distribuiu US$ 48 milhões para ajudar as 32 federações nacionais a pagar pelos custos de preparação.

Até os clubes ganharão com a Copa. A Fifa reservou US$ 70 milhões para dar aos times que vão emprestar os jogadores para as seleções nacionais. O valor é duas vezes o que foi distribuído na África do Sul.

 

Empresas

Quem também já comemora é a Adidas, uma das principais patrocinadoras do evento. A empresa prevê um aumento de sua receita em 8% em 2014, graças ao torneio no Brasil. Em valores, isso representa um incremento de US$ 1,6 bilhão.

Os seis maiores parceiros da Fifa, incluindo Adidas e Coca-cola, pagaram mais de US$ 700 milhões para a entidade para ter o direito de explorar a marca da Copa e ter seus cartazes nos estádios no Brasil, outro recorde. Com informações do jornal Estado de São Paulo.

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Natural de Malhada de Pedras, é jornalista pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) e pós-graduado em Comunicação e Marketing em Redes Sociais, pela Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC).



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