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Malhada de Pedras: Católicos celebram dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil
  • Malhada de Pedras: Católicos celebram dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil

  • Postado em 13, out 2015 por: Anderson Ferreira

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Católicos lotaram a igreja matriz de Malhada de Pedras, nesta segunda-feira (12), para a missa em homenagem a Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. Os festejos à santa conhecida por muitos milagres começaram na sexta-feira (09). As comemorações terminaram com uma procissão luminosa pelas principais ruas da cidade. Durante o cortejo, devotos entoavam cantos e faziam orações à Mãe Aparecida.

“Nós temos como modelo a Virgem Maria, a missionária por excelência, aquela que, por primeiro, disse o seu sim a Deus, no plano de salvação da humanidade que estava perdida”, explicou o padre Reinaldo de Oliveira, que presidiu a celebração.

Durante a homilia, o sacerdote dirigiu-se às crianças e, principalmente, aos pais e lembrou-se do exemplo da Sagrada Família de Nazaré. “A Virgem Maria e São José souberam cuidar muito bem do seu Filho Jesus, da sua criança. E como vão as nossas crianças? Como vão os seus filhos? Como vai o seu exemplo de pai, de mãe? O seu exemplo de esposo e de esposa?, questionou o padre à comunidade presente

A devoção a Nossa Senhora Aparecida acontece há quase 300 anos. A imagem da santa foi encontrada por três pescadores em 1717, às margens do Rio Paraíba, no interior de São Paulo. Em 1930, o papa Pio XI proclamou a Virgem Aparecida como a padroeira do Brasil.

 

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Testemunhos

São muitos os milagres atribuídos à intercessão de Nossa Senhora Aparecida. Um deles é o da funcionária pública aposentada Normalice Ribeiro, 66, que, há quase 20 anos, teve uma parada cardíaca na mesma data em que a Igreja Católica comemora o dia da santa padroeira do Brasil. Segundo Normalice, no hospital onde foi internada algo inexplicável aconteceu. “No quarto onde eu estava, entrava muita gente para me ver. E em um momento entrou uma freira negra, que para mim já esteve aqui em Malhada, mas eu não me lembro muito bem. E eu disse a ela que estava com sede, mas ela me respondeu que eu não podia beber água, só que mesmo assim me deu um pouquinho. Depois, ela ficou mais alguns instantes ali, em pé, perto de mim e, em seguida, saiu”, disse, emocionada.

Ninguém mais, além de Normalice, viu a freira. Para os médicos, a paciente estava delirando. No entanto, a devota de Nossa Senhora Aparecida acredita que o que lhe aconteceu foi uma manifestação divina. Dias depois, já em casa, a aposentada passou por novos exames, mas não havia mais nenhum problema de saúde, para a surpresa dos médicos.

História parecida com essa viveu Anelita Almeida, 45, que diz ser devota de Nossa Senhora Aparecida desde os 8 anos. Quando criança, ela perdeu o movimento das pernas e ficou sem poder andar por quatro meses. “Para os médicos eu não andaria mais, mas, com a fé dos meus pais, que são devotos, e pela intercessão de Nossa Senhora Aparecida, voltei a andar no dia 12 de outubro. Fiquei com sequelas graves, como a escoliose, mas sou agradecida por, hoje, poder trabalhar a serviço do Reino de Deus”, testemunhou.

Para Normalice e Anelita, o 12 de outubro, há muito tempo, já não é um dia como outro qualquer. “É um dia especial, é um segundo aniversário de vida para mim”, confessou Normalice. “Eu nasci de novo nesse dia”, disse Anelita.

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Natural de Malhada de Pedras, é jornalista pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) e pós-graduado em Comunicação e Marketing em Redes Sociais, pela Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC).



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